A Menina Que Roubava Livros, Markus Zusak

Desperta no leitor o sentimento de questionador, mergulhados em uma história de guerra e injustiça onde mora uma menina sonhadora, humilde e com sede de conhecimento.

Uma história que é narrada pela morte, que conta a história da garota que escapou dela diversas vezes e agora passa a ser acompanhada ao invés de constantemente fugir, mas Liesel está tranquila, ela sabe que no fim todos morrem e não deixa de fazer o quer para agradar, ela não é delicada, sabe ser amável e uma porção de A’s, exceto simpática, isso ela não é.

Por Larissa Libanio

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Na Alemanha nazista, muitas regiões se encontravam no regime comunista e quem o seguisse era perseguido e executado. Uma destas regiões vivia a família Meminger, a mãe e seus dois filhos, um menino por volta dos seus 3/4 anos e uma adolescente Liesel, perto dali existia uma cidadezinha muito pobre onde moravam um casal de meia idade.

Sabendo da situação, o casal aceitaria uma quantia em dinheiro para adotar as crianças e a mãe conseguir fugir com vida,  srª Meminger para protegê-los paga o quanto lhe pedem e embarca no trem congelante a caminho da Rua Himmel, porém o frio era extremo e o irmão de Liesel não resistira, a viagem fora interrompida para o seu enterro, o coveiro ao cavar a neve deixa cair um livro O Manual do coveiro , não percebe e vai embora. Liesel por ser muito curiosa agarra o livro para si e segue o seu trajeto, se despedindo da mãe e indo morar com seus novos pais.

”Quando a morte tem uma história para contar, você deve parar para ler”

Liesel ficara observando o livro que marcara um momento triste em sua vida, mas não sabia do que se tratava… ela não sabia ler. Seu pai adotivo não é nenhum mestre da leitura e o faz com dificuldade mas passa seus ensinamentos a menina, que começa a ler e reler o mesmo livro diversas vezes, eles não tinham dinheiro para comprar um, era apenas o início de um ciclo por esse hábito.

Seu pai Hans Hubermann era pintor e bastante carinhoso com Liesel e sua mãe Rosa Hubermann lavadora de roupa era bastante rígida, a rua onde moravam era de extremo culto a Hitler, já na Segunda Guerra Mundial, em um suposto mandato diversos livros forma queimados ( eles traziam histórias de judeus) e um incêndio foi formado no meio d a noite com uma montanha de livros em chamas, Liesel consegue salvar um, o esconde e leva para a casa, assim sendo o seu segundo furto.

Rosa lava as roupas para a mulher do prefeito e é sua filha quem as leva e recebe o pagamento, lá ela se depara com a imensa biblioteca e é convidada para entrar e escolher

um livro para ler, certo dia sua mãe foi dispensada e o acesso a biblioteca foi fechado, sendo ela invade pulando pela janela e sai com um livro por debaixo dos braços cometendo outro furto.

Inicia uma amizade com o seu vizinho Rudy Steiner, um garoto da mesma idade aproximadamente 12 anos que é obrigado a se integrar na Juventude Hitlerista por possuir preparo físico durante as provas de corrida. Eles possuem uma forte amizade que no decorrer se transforma em amor juvenil.

Durante todos esses acontecimentos, de madrugada bate a porta um judeu, que fizera parte de um momento importante da vida do pai de Liesel que passa a escondê-lo em seu porão sob o risco de ser descoberto e executados pelos nazistas.

A menina então deve guardar segredo sobre o seu novo, e acaba por registrar algumas cisas em seu diário que leva e cima para baixo. Ninguém pode saber de Max Vanderburg e todos devem ser mantidos em segurança, como ele não pode sair ela o distrai lendo um de seus livros.

 

Nas  telonas

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O filme de A Menina que roubava livros, foi lançado em 2013 no exterior e em janeiro de 2014 no Brasil (disponível no youtube), sob a direção de Brian Percival com duração de 2h11min.

Eu terminei o livro próximo a data de lançamento do filme, assim que finalizei já pude conferir a versão cinematográfica logo em seguida. Em muitos momentos acabo esquecendo de que é a morte narrando a história, pois somos levamos de uma maneira tão cautelosa e gentil, sempre  a imaginamos silenciosa e sorrateira.

Apesar de detalhes que eu esperava ver não terem muito destaque ( como a mãe de Liesel e seu irmão no trem) eu sei que é uma passagem rápida mas quase não me recordo desta cena, MAS OK não é a mais importante. O filme é bem fiel ao enredo vale a pena conferir após a leitura do livro. Os momentos chaves são representados sem deixar a desejar e o final é ainda melhor.

 

Confira o livro e depois assista o filme! 😉

 

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